O que é SEM?

O que é SEM?

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SEM é a sigla de Search Engine Marketing, um campo de conhecimento que tem como objetivo trazer mais visitantes para seu site através de uma maior exposição nos resultados dos buscadores (search engines), como Google e Bing. Uma grande vantagem é a capacidade de segmentação do público, já que o próprio usuário define claramente o que está querendo ao digitar uma palavra-chave no campo de busca.

Podemos entender o SEM de acordo com as duas subdivisões abaixo:

search engine marketing

1. Links Patrocinados (Adwords)

São anúncios exibidos nas páginas de resultados em forma de links (onde o Google obtém a maior parte da sua receita), que são selecionados de acordo com a palavra que o usuário digita na barra de busca.

  • Ponto Forte: retorno é extremamente rápido, já que seus anúncios aparecem para a maioria dos usuários em questão de horas.
  • Ponto Fraco: como é um leilão de palavras, a tendência é ir aumentando ao longo do tempo e tornar-se insustentável para pequenas empresas, só restando as grandes, que terão que diminuir sua margem para continuar concorrendo. Além disso, no momento em que o investimento é retirado, os resultados saem rapidamente das páginas de resultado.
2. SEO – Search Engine Optimization

São os resultados orgânicos da página, totalmente gratuitos e com 70% da taxa de cliques nas páginas de resultados, ficando os outros 30% para os links patrocinados.

A grande vantagem é a alta taxa de retorno sobre o investimento (ROI), já que este costuma ser muito inferior aos do leilão de palavras-chave.

  • Ponto Forte: alto retorno sobre investimento, maior exposição da marca ao estar no topo do ranking e resultados mais duradouros.
  • Ponto Fraco: tempo de retorno mais demorado e imprevisível, podendo demorar de 2 a 6 meses, ou até mais dependendo do tamanho da concorrência.
Nos resultados da página do Google, eles aparecem dividos em duas partes, como na imagem abaixo:
SEO e Adwords

 

Vamos  agora dividir o SEO em duas partes, SEO Interno e SEO Externo, para ficar mais claro:

SEO Interno

São diversas alterações dentro do site que englobam desde mudanças na estrutura do layout, no código HTML das páginas, pesquisa de palavras-chave, otimizar a URL até mesmo análise dos links internos.

Apesar de parecer em um primeiro momento dispensável, fazer um bom trabalho de links internos – suas páginas se conectando entre si -, é extremamente importante para rankear. Entenda melhor como fazer isso neste artigo

SEO Externo

Resume-se na obtenção de links, ou link building, que apontem para o seu site. É extremamente importante, já que o Google entende cada link como um voto de recomendação, e é um dos fatores que tem maior relevância no cálculo para definir quais são as páginas mais adequadas para exibir nos resultados. Para explicar melhor este conceito, imagine-se na situação abaixo:

Você está andando pela rua e recebe um panfleto dizendo que na outra esquina está o melhor restaurante de frutos do mar da cidade. Você terá uma boa impressão, mas isso não quer dizer que aquilo é realidade.

Agora, imagine que um amigo diz que tem um restaurante de frutos de mar que é o melhor, e insiste que você vá conhecer. Você descobre que é o mesmo que tinha recebido o panfleto. Depois que alguém que tem relevância (seu amigo) te indicou, você teve mais certeza de que a informação era verdadeira.

Então, o Google funciona dessa forma: vasculhando por links na web que indiquem outros sites, já que por mais que o site indique sobre o que é através de palavras-chave em destaque, outros sites o indicando passa uma maior credibilidade e, consequentemente, melhor posicionamento.

Para entender melhor o Search Engine Marketing e outros aspectos de SEO inscreva-se no nosso curso presencial.

Como começou o SEM

Com o crescimento e popularização da internet, uma quantidade incalculável de sites foram criados, e existiam sites que eram só para encontrar outros, como se fossem os famosos livros de páginas amarelas. Eles eram chamados de diretórios, e ainda existem diversos deles.

O que é SEM?

Exemplo de Diretório de Sites

Porém, o usuário perdia muito tempo para encontrar o que queria. E podia acontecer de nem sempre saber exatamente o que estava procurando.

Essa dificuldade para encontrar bons resultados fizeram com que alguns diretórios incluíssem um campo de busca – como o que conhecemos hoje – no qual o visitante precisava somente digitar a palavra-chave do seu interesse, e recebia como resultado uma lista de links para sites que continham a palavra em questão.

Com o tempo, essas ferramentas de busca foram se desenvolvendo para sistemas mais complexos. Um deles foi o Google, que teve a grande sacada de entender que os links encontrados dentro de uma página A que levava para uma página B, funcionavam como uma recomendação.

Começou-se a perceber que esses resultados poderiam ser influenciados através de algumas técnicas, como incluir uma maior quantidade de palavras-chave em cada página. Além dessa técnica, surgiram diversas outras sempre com o intuito de aumentar a visibilidade da marca para as pessoas que estavam fazendo buscas.

Ao longo dos anos o Google foi se tornando o gigante que é, e começou a fazer um leilão de palavras-chave dentro da sua página de resultados, chamado de Links Patrocinados.

Com isso, as empresas começaram a necessitar de especialistas que dominassem tanto as técnicas para aparecer melhor nas buscas orgânicas, quanto para ter uma melhor conversão para cada visitante que viesse pelos links pagos.

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